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Bacharel em Direito
Bárbara Ingrid
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Comentários
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Bárbara Ingrid
Comentário ·
há 5 anos
As hipóteses de indeferimento da petição inicial
Ester Ribeiro
·
há 9 anos
Impressionante! Amo mapas mentais e fluxogramas, esse foi o melhor que encontrei nesse aspecto, facilitou minha vida.
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Bárbara Ingrid
Comentário ·
há 5 anos
Fumar na Sacada: Direito de vizinhança afrontado
Ivan Pegoraro
·
há 11 anos
Você está equivocado, mas muito equivocado a achar que todo direito é monetário e se compra, e o seu direito, por viver em sociedade termina onde o do outro começa, se você ESCOLHEU fumar o seu vizinho sim não tem culpa, então o mínimo que você pode fazer é fechar a janela para preservar a saúde dele que não é fumante. O seu direito a propriedade não é maior que o direito do seu vizinho à saúde. Você já parou para pensar que ele também comprou o apartamento dele? É muito individualismo da sua parte, uma pequena renúncia, fechar a janela pode SIGNIFICATIVAMENTE deixar de piorar a qualidade de vida alheia. O direito foi feito para isso, regular as relações sociais por conflitos assim, não é porque a física não se encarrega de conter a fumaça que os próprios culpados por ela não podem criar uma barreira. Uma fumaça toxica a quem não a criou.
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Bárbara Ingrid
Comentário ·
há 5 anos
Fumar na Sacada: Direito de vizinhança afrontado
Ivan Pegoraro
·
há 11 anos
Exatamente o meu caso. Você conseguiu resolver?
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Ricardo de Oliveira
Comentário ·
há 10 anos
Proposta de valor: por que não cobro consulta
Thiago Noronha Vieira
·
há 10 anos
Boa tarde Dra. Amanda, concordo plenamente com o seu posicionamento em gênero, número e grau, visto que o que é "de graça" não é valorizado
.
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Amanda Carvalho
Comentário ·
há 10 anos
Proposta de valor: por que não cobro consulta
Thiago Noronha Vieira
·
há 10 anos
Boa tarde, dr!
Primeiramente, meus parabéns pela sinceridade no artigo publicado, todavia tenho que discordar do seu posicionamento.
Quando iniciei na advocacia, em 2013, depois de trabalhar em um escritório como contratada por quase 1 ano, eu também tinha a política de não cobrar pelas consultas [oras, são simples dúvidas!]. Eu acreditava que valia muito mais a satisfação do cliente [cliente?] em ter a consulta gratuita [juntamente com a minha educação e atenção] do que o reflexo de uma profissional mercenária, que cobra para responder uma simples "duvidazinha" rápida.
Acontece, dr., que os meses seguintes me mostraram que não valia à pena.
Primeiro, porque o cliente que tem uma dúvida respondida de graça não valoriza o seu trabalho. Ele vai procurar você para tirar a dúvida, mas não para processar alguém. Para isto ele vai procurar aquele advogado boa pinta, que tem que marcar horário, que cobra a consulta e passa um ar de bem sucedido [ainda que seja o mais safado de todos].
Segundo, porque ninguém quer um profissional gratuito. Essa é a verdade. As pessoas querem e preferem PAGAR!! É aquela coisa, mesmo sabendo que é igual, você prefere um medicamento genérico ou o da marca famosa e mais cara??
Terceiro, porque tem cliente pilantra. Ele te procura só para passar hora, para dizer que esteve com o "seu advogado" e para tirar uma dúvida que ele mesmo sabe que não vai processar ninguém.
Quarto, porque o bom cliente [em sua grande maioria absoluta] PAGA a consulta e ainda te indica!
Quinto e não menos importante, como instituir a política de consulta com "clientes" que já estavam acostumados a não pagar?? "Ahhh, doutor, mas antes o senhor não cobrava..." Ou desagrada antes ou desagrada depois.
Por isso e outras tantas razões que não caberiam aqui eu cobro, cobro e cobro. Nem que seja R$ 50,00. Cobro para não parecer que o meu tempo não é valioso, pois sabemos que para os advogados tempo é dinheiro.
Mas essa é só a minha opinião, creio que o diaadia tem o dom de nos mostrar o que realmente se encaixa em nós.
Abraço e sucesso em sua carreira!!
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Thiago Noronha Vieira
Comentário ·
há 10 anos
É errado advogado [não] cobrar consulta? Novo Código de Ética da OAB
Alessandra Strazzi
·
há 10 anos
Saudações Alessandra,
Primeiro de tudo reitero que também sou um grande fã dos seus artigos e textos. Há algum tempo que fiz um artigo aqui no JusBrasil sobre o motivo de, particularmente, não cobrar por consultas jurídicas. No caso, eu faço uma distinção entre o que é uma consulta jurídica (dúvida) e um atendimento.
No referido artigo eu pondero sobre quais os motivos me levam a este entendimento. Suas soluções são legítimas e as mais indicadas. Entretanto, preocupa-me a aplicabilidade aos jovens advogados (como eu). Infelizmente as universidades não formam advogados. A advocacia exige qualidades outras que não o mero saber técnico.
Saber relacionar-se com os clientes, postar-se, mostrar a qualidade dos seus serviços intelectuais e precificar é algo tão (ou mais) importante do que o próprio serviço de consultoria e contencioso judicial.
Acho que é importante deixar claro que consulta (ou atendimento) não são honorários. Honorários são devidos através da atuação extrajudicialmente ou judicialmente. Tanto é que em Sergipe (onde atuo) a tabela da OAB/SE coloca a cobrança da consulta como uma faculdade, uma opção. Ao contrário da OAB/SP.
Então, acredito que a questão não é uma mera imposição: é obrigatório cobrar consulta.
Mas uma reflexão de ordem ético-filosófica.
Devo sempre cobrar consulta? Em quais casos devo cobrar consulta? Como fazer isso? Como precificar meus serviços?
Bom, são essas minhas ponderações, para não me estender muito.
Atenciosamente,
Thiago Noronha Vieira
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